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    Dúvida e Fé
Cadastrada em: 08/10/2015
Até onde pode nos levar a fé?

Se esta pergunta fosse feita a Viktor Frankl, psiquiatra judeu, ele responderia que a fé seria a ferramenta para a sobrevivência e superação da sordidez de um campo de concentração, a fim de, posteriormente, sair divulgando ao mundo essa fé no futuro e a confiança em si.

Se fosse perguntado a Divaldo Pereira Franco, sua resposta seria: Mais de trinta mil crianças amparadas, quinhentos filhos adotados, centenas de livros psicografados, dando voz à espiritualidade para esclarecer e consolar milhões de criaturas.

Se fosse dirigida a Albert Schweitzer, ele responderia: Um hospital construído e mantido no coração da África, levando saúde e informação a milhares de cidadãos.

E se a pergunta nos fosse feita?

Nenhum de nós caminha pelas estradas da vida sem carregar suas dúvidas e seus temores.

Todos trafegamos pelo mundo enfrentando dias difíceis e tormentosos.

Mesmo os mais experimentados, enfrentamos as noites escuras da alma, como escreveu São João da Cruz.

Cartas póstumas de Tereza de Calcutá mostram seus anseios, dúvidas e questionamentos.

Porém, nada disso refreou seu ímpeto, aplacou seus ideais, ou foram empecilhos para a realização de sua missão.

Dúvidas, sempre as teremos.

Não raro questionaremos os desígnios de Deus. Com frequência, nossos olhos se voltarão aos céus como a indagar ao Pai celestial: Por que comigo?

Nos embates da vida, muitas vezes, teremos profundas dúvidas se daremos conta de tantas dores e desafios.

Porém, a fé sempre nos conduzirá adiante.

Quando a razão não puder mais explicar, quando a lógica parecer não fazer sentido, a fé será a melhor condutora pelos caminhos desconhecidos que a vida nos oferecer.

Entretanto, a fé é instrumento a se construir nos dias de bonança, para ser utilizado quando as tormentas chegarem.

Somente a fé raciocinada e lúcida nos oferecerá o melhor amparo para dissipar nossas dúvidas.

Essa fé que parte das premissas de que Deus é infinitamente bom e justo, amoroso e compassivo. Essa fé nos dará a certeza de que, não importa quando e como, Ele sempre agirá com justiça e misericórdia.

Ela nos permitirá entender que as dores hoje vivenciadas são somente consequências de causas pregressas, ora adormecidas em nossas lembranças.

Essa fé nos fará ter a certeza de que Deus sempre nos coloca nos lugares onde colheremos os aprendizados de que necessitamos. E que essa colheita é apenas o resultado de um plantio anteriormente realizado.

Por isso, Francisco de Assis, o pobrezinho da Úmbria, entendia que ser instrumento da paz é também levar a fé onde haja dúvidas.

A dúvida considerada como esse desentendimento ou ignorância a respeito da bondade Divina, que gera perturbações na alma.

Assim, antes mesmo que dias desafiadores nos cheguem, construamos nossa fortaleza de fé.

Ela nos dará guarida quando as brumas da dúvida insistirem em nos assaltar o coração.
Fonte: Redação do Momento Espírita

    Em que Deus eu creio?
Cadastrada em: 07/05/2015


Quando se pergunta a uma pessoa se ela crê em Deus, a resposta, com raras exceções, é afirmativa. Sim, ela crê em Deus.

Estranhamente, embora o expressivo número de pessoas que dizem crer em Deus, é igualmente expressivo o número dos desencantados, depressivos, desesperados.

Como se pode explicar que crendo em Deus, Pai amoroso e bom, que tudo vê, tudo sabe, tudo faz, a pessoa possa cair no poço da desesperança?

Talvez a resposta esteja na forma como cremos em Deus, ou somos levados a crer.

Albert Einstein, certa vez, em Nova York, num diálogo com o Rabino Goldstein, foi indagado se acreditava em Deus. Ele respondeu:

Tenho a origem judaica arraigada em meu interior. Acredito no Deus de Spinoza, que revela a harmonia em tudo o que existe. Não acredito, porém, que Deus se preocupe pela sorte das ações cometidas pelos homens.

Por causa desta declaração muitas polêmicas foram geradas entre Albert, físicos e religiosos. Muitos se apegaram a sua declaração para desenvolver protestos sobre as suas teorias.

Religiosos se manifestaram, dizendo que a Teoria da Relatividade deveria ser revista. Diziam que por trás de toda a controvérsia daquele físico, estava o terrível fantasma do ateísmo.

Que ele disseminava dúvidas com relação à presença de Deus sobre a criação de todo o Universo e as criaturas.

A resposta do físico foi serena, embora para muitos tenha continuado incompreensível.

Ele dizia que sua religião consistia na admiração pela humildade dos Espíritos superiores, pois esses não se apegam a pequenos detalhes, ante os nossos Espíritos incertos.

Dizia: Por esse motivo racional, diante da superioridade desse Universo, é que localizo e faço a idéia de Deus. Não sou ateu.

Quem quer deduzir isso das minhas teorias científicas, não fez por entendê-las.

Creio pessoalmente em Deus e nunca em minha vida cedi à ideologia ateia. Não há oposição entre ciência e religião.

O que há são cientistas atrasados, com ideias que não evoluíram, com o passar do tempo.

Vejo na experiência cósmica uma religião nobre, uma fonte científica para profundas pesquisas.

Procuro entender cada estrela contida nesse imenso Universo, que não é material.

Quem assim não procede, sentindo essa estranha sensação de querer levitar no infinito, realmente não sabe viver, porque está morto, diante de tanta beleza divina.

Há muitas formas de o ser humano crer em Deus. Há, para muitos, o Deus jurídico, legislador, agente policial da moralidade, que, através do medo, estabelece essa distância da verdadeira crença.

Deus está em todas as minhas teorias e invenções. Ele está presente em tudo e creio que em todos, até nas formas mais primitivas.

Essa é a minha religião e o Deus em que creio.

Se assim dizia, assim viveu. Albert Einstein foi o exemplo do cristão autêntico, preocupando-se, de forma constante, com seu semelhante.

Ainda dois anos antes de sua desencarnação, foi comemorado seu aniversário numa grande festa pública.

Tudo o que lhe foi dado como presentes, Albert transformou em dinheiro e enviou para os fundos da Faculdade de Medicina Albert Einstein.

Fonte: Redação do Momento Espírita, com base em dados biográficos de Albert Einstein.

    O cultivador
Cadastrada em: 07/05/2015

Havia um homem que cultivava a terra, a plantar um trigal. Vivia debruçado sobre a enxada, do amanhecer ao por do sol.

Então, juntava-se à família para gozar as delícias do aconchego familiar da esposa e dos filhos.

Não importava o tempo que fizesse. Sol, chuva, vento, frio ou calor. Lá estava o homem a amainar a terra, a libertá-la das ervas daninhas, a providenciar o adubo, colocar a semente na intimidade da cova, providenciar a água.

Aquela atividade contínua despertou o interesse de um viajante que por ali transitava com regularidade.

E, certo dia, o viajante se aproximou do cultivador e lhe perguntou:

Bom homem, vejo que estás velho e cansado. Por que não descansas dessa lida tão rude?

Sem se deter, o agricultor respondeu:

Não posso. Amo a terra. Amo meu trabalho. E por estar velho e cansado devo andar mais depressa. Tenho menos tempo a dispor e muito a fazer.

O viajante alongou a vista pelo imenso trigal, que balançava ao vento como mar de ouro líquido e comentou:

A terra recompensa o teu amor. O trigal está maravilhoso e será produtiva a colheita.

Mas não sou eu quem colhe, respondeu o agricultor. Eu apenas planto. Minha mulher e meus filhos é que fazem a colheita da generosidade do solo.

O viajante se despediu e seguiu o seu caminho. Necessitando empreender uma grande viagem, ausentou-se por vários meses.

Retornando, ao passar pela mesma estrada, encontrou o homem às voltas com a sua lavoura.

Era uma tarde fria, sem sol. A natureza toda parecia chorar, desanimada.

O viajante se aproximou do trabalhador incansável e observou que sulcos profundos lhe vincavam a face. Estava mais cansado, envelhecido e triste. Vestia-se de luto.

Perdeste algum ente querido? - perguntou.

O cultivador, com voz arrastada, respondeu:

Perdi, senhor. Toda minha família. em poucas semanas, um a um se foram, devorados por febre maligna. Fiquei sozinho.

O viajante se comoveu com tanta dor. Entretanto, por observá-lo ainda a trabalhar, sem descanso, na terra, ousou indagar:

Se toda tua família morreu, por que continuas nesta tarefa cansativa?

Já não tens mais quem colha os frutos. Semeias o trigo, mas nem tua mulher, nem teus filhos irão colher as espigas maduras.

Ah, senhor, respondeu o outro, parando por um instante seu trabalho. Isto não me preocupa. Prosseguirei plantando. Quem necessite, virá colher o trigo farto. E são tantos os que têm necessidades.

Surpreso pelo desprendimento do camponês, o viajante concluiu:

Tens razão, bom homem. Oxalá fossem muitos como tu, a plantar sem esperar a colheita.

A noite descerrou seu manto e tudo escureceu. Naquela noite, o agricultor se recolheu com a alma invadida por intensa saudade.

Recostou-se no leito e dormiu. Despertou, logo além, em um trigal pleno de luz, onde o aguardavam seus amores, felizes, de braços abertos, para juntos ficarem sem mais separação.

E todos eles guardavam o coração repleto de satisfação e alegria, por terem cumprido com seus deveres perante o próximo e perante Deus.

Fonte: Redação do Momento Espírita, com base no cap. O cultivador, do livro À sombra do olmeiro, pelo Espírito que se designa Um jardineiro, psicografia de Dolores Bacelar, ed. Correio Fraterno do ABC.

    A benéfica influência da música
Cadastrada em: 07/05/2015
No mês de março de 2008, a revista científica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.

Sessenta voluntários participaram da pesquisa, divididos em três grupos.

O primeiro, formado por pacientes que foram expostos à audição musical, por duas horas diárias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-áudio.

O terceiro grupo não ficou exposto a nenhum tipo de estímulo auditivo.

Após três meses, os cientistas observaram que a memória verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam música, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-áudio e 29% entre os pacientes que não receberam estímulos auditivos.

A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram música, durante a recuperação, revelaram uma melhora de 17% na concentração e na habilidade de controlar e realizar operações mentais e resolver problemas.

Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposição à música durante o período de recuperação estimula a atividade cognitiva e as áreas do cérebro afetadas pelo derrame. Além de ajudar a prevenir a depressão nos pacientes.

A notícia é alvissareira e demonstra que, a cada dia, o homem avança no conhecimento, ampliando seus conceitos.

Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recuperação do cérebro humano?

Os que acreditam no Espírito, os artistas, os estetas, mais de uma vez sentiram o êxtase ao ouvirem determinadas peças musicais e falaram de suas propriedades.

A respeito da ação da música, em março de 1869, o Codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec estampou, em sua Revista Espírita, uma página mediúnica, assinada pelo consagrado Rossini.

O compositor italiano Gioachino Antonio Rossini, autor de música sacra, de música de câmara e de 39 óperas, dentre elas as célebres O barbeiro de Sevilha e Cinderela, escreveu:

A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é reconhecida por todo o mundo.

A harmonia coloca a alma sob o poder de um sentimento que a desmaterializa.

Tal sentimento existe num certo grau, mas se desenvolve sob a ação de um sentimento similar mais elevado.

A música exerce uma influência feliz sobre a alma. E a alma, que concebe a música, também exerce sua influência sobre a música.

A alma virtuosa, que tem a paixão do bem, do belo, do grande, e que adquiriu harmonia, produzirá obras-primas capazes de penetrar as almas mais encouraçadas e de comovê-las.

Por fim, diz o compositor que moralizando os homens, o Espiritismo exercerá grande influência sobre a música.

Produzirá mais compositores virtuosos, que comunicarão suas virtudes, fazendo ouvir suas composições.

* * *

Utilizemos a música em nossa vida. A música que emociona, que eleva.

Não há necessidade de se ouvir somente música erudita, clássica.

Há tantos compositores populares, de tantos países, com músicas belíssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.

Busquemo-las e deixemos que nossa alma cresça, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.

Fonte: Redação do Momento Espírita, com base em notícia colhida no Boletim SEI nº 2121 e do artigo Dissertações espíritas, da Revista Espírita, março de 1869, ed. Feb.

    Iluminação de consciências
Cadastrada em: 07/05/2015
Natanael Ben Elias, o paralítico de Cafarnaum, acabara de ser completamente curado por Jesus, voltando a andar.

Todos estavam em festa, exceto o Mestre, que meditava seriamente.

Simão, buscando romper o silêncio de Jesus, então pergunta:

Por que dizes que não Te compreendemos,Rabi? Estamos todos tão felizes!

Simão, neste momento, enquanto consideras o Reino de Deus pelo que viste, Natanael, com alegria infantil, comenta o acontecimento entre amigos embriagados e mulheres infelizes.

Outros que recobraram o ânimo ou recuperaram a voz, entre exclamações de contentamento, precipitam-se nos despenhadeiros da insensatez, acarretando novos desequilíbrios, desta vez, irreversíveis.

Não creias que a Boa Nova traga alegrias superficiais, dessas que o desencanto e o sofrimento facilmente apagam.

O Filho do Homem, por isso mesmo, não é um remendão irresponsável, que sobre tecidos velhos e gastos costura pedaços novos, danificando mais a parte rasgada com um dilaceramento maior.

A mensagem do Reino, mais do que uma promessa para o futuro, é uma realidade para o presente.

Penetra o íntimo e dignifica, desvelando os painéis da vida em deslumbrantes cores...

Eu sei, porém, que Me não podeis entender, tu e eles, por enquanto. E assim será por algum tempo.

Mais tarde, quando a dor produzir amadurecimento maior nos Espíritos, Eu enviarei alguém em Meu nome para dar prosseguimento ao serviço de iluminação de consciências.

As sepulturas quebrarão o silêncio que guardam e vozes, em toda parte, clamarão, lecionando esperanças sob os auspícios de mil consolações.

* * *

Séculos se passaram depois destes dizeres preciosos.

A dor amadureceu muitos corações desnorteados, e novamente a Humanidade suplicou a Jesus pela cura de suas mazelas.

Os sepulcros foram rompidos. O silêncio dos aparentemente mortos foi quebrado, e os descobrimos vivos, imortais e reluzentes.

Sim, as estrelas caíram dos céus. Estrelas de primeira grandeza espiritual se uniram em uma constelação admirável, e voltaram seu feixe de luz poderoso para aTerra.

Os Espíritos falaram, ensinaram, provaram que a vida futura prometida por Jesus é real.

A iluminação de consciências, proposta por Jesus, ganhou uma dimensão nova e maior.

A mensagem do Cristo se faz novamente presente como uma proposta para o presente, para a renovação imediata, urgente.

Na grande transição que o planeta atravessa, são eles, os Missionários do Mestre, que semeiam a verdade em todos os povos.

O amor volta a tomar seu lugar de evidência, nas propostas elevadas que são apresentadas aqui e acolá.

Atiramos as roupas velhas no tempo, e vestimos a roupagem nova do espiritualismo, entendendo que a vida do Espírito, esta sim, é a verdadeira.

O Consolador já está entre nós... Escutemo-Lo!
Fonte: Redação do Momento Espírita com base no cap. O paralítico de Cafarnaum, do livro As primícias do Reino, pelo Espírito Amélia Rodrigues, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

    A oração em família
Cadastrada em: 07/05/2015
A oração em família

É lamentável perceber o esquecimento da oração, em grande número de lares pela Terra inteira.

Mesmo em grupos familiares que se dizem cristãos, falta o aconchego maior com as fontes fecundas de paz em que se converte a oração.

Mais do que pode supor a pessoa que ora, a alma que se liga às faixas luminosas do diálogo com Deus, absorve desse estuário bendito do mundo invisível, as mais profundas dádivas de recursos aptos a sustentá-la nas lides em que se movimenta no planeta.

Esse salutar costume de abrir-se para dizer ao Criador o que se sente, mesmo ciente de que Ele sabe de todas as coisas, converte-se em exercício maduro de autoconhecimento gradual, em exercício de humildade, que eleva e bendiz a criatura.

No campo doméstico, pois, ensine a seus filhos, desde pequeninos, tão logo consigam acompanhar os pais, a entoar as palavras da prece, que, com o tempo irão compreendendo, adicionando seus próprios sentimentos, valendo-se, ao mesmo tempo, dessa norma feliz, como fuga das tormentas em si ou em torno de si, ou como bálsamo medicamentoso em face dos padecimentos físicos e morais que, acaso, lhes esbarre a caminhada terrena.

Ensine-os a não fazer da prece um conjunto de palavras inócuas das quais a sincera compenetração não faça parte.

Mostre-lhes que, por ser valiosa, a prece deve ser entoada ou emitida, em regime de unção íntima, fazendo silêncio no aposento do coração, para que aprenda a ouvir as respostas das alturas, que podem ser imediatas ou nos encontrar pelos caminhos.

Ensine aos seus que a prece não é um instrumento de barganha com a Divindade, num regime de trocas infantil.

A prece é uma forma de comunicação. Quanto mais honesta, mais alta. Quanto mais alta, melhores os seus resultados.

Independente da sua oração diária e íntima, aproveite o encontro de sua família, que seja uma vez por semana, em qualquer dia, em qualquer horário que possam estabelecer para a prece em conjunto, ou para a prática da leitura do Evangelho no lar.

Diante da mesa posta do Evangelho de Jesus, recolherão, você e os seus, os mais sublimes e valiosos recursos da Divindade, para que consigam dar conta dos múltiplos compromissos da presente reencarnação, sem perda de tempo.

Orar é nobre condicionamento, harmonizando-nos com o Infinito...

* * *

A oração no lar constrói em suas cercanias uma redoma protetora, evitando que as naves domésticas sejam invadidas por pensamentos escuros, e por entidades indesejadas.

Saúde espiritual inenarrável costuma penetrar as almas que, no reduto doméstico, se aliam aos benefícios deste diálogo com o Alto.

A prece ao lado de nossos amores fortalece os laços que nos unem, e faz-nos mais fortes e esperançosos perante as realidades difíceis que ainda temos que enfrentar lá fora e em nós mesmos...
Fonte: Equipe de Redação do Momento Espírita com base no cap. 25 do livro Vereda familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.



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